Imagine que a caixa de entrada do Gmail é uma festa privada com seguranças na porta. Se o seu e-mail chega sem documentos de identificação, ele vai direto para o spam. Os registros de DNS são esses documentos.
1. Os "documentos de identidade" do seu domínio
- SPF (TXT): o "RG" do servidor — declara que a Pulsefy tem permissão para enviar e-mails em seu nome.
- DKIM (TXT): a assinatura digital criptografada que garante que a mensagem não foi alterada no caminho.
- CNAME: cria o link seguro de rastreio para contabilizar aberturas e cliques.
- MX (2 entradas): orientam as rotas de entrega e retorno das mensagens.
- _dmarc (TXT): o protocolo que diz ao Gmail ou Outlook o que fazer se alguém tentar forjar seu endereço (p=reject ou p=quarantine).

2. Domínio principal x subdomínio dedicado
Configurar disparos em massa no domínio principal da empresa é um erro grave. Se alguns contatos marcarem sua mensagem como spam, a reputação do domínio inteiro é afetada — e até os e-mails do dia a dia para clientes, bancos e fornecedores passam a cair no spam.

Nota
3. Protocolo obrigatório de aquecimento (warm-up)
Um subdomínio novo não tem histórico para Google e Microsoft. Tentar enviar 10.000 e-mails no primeiro dia bloqueia o domínio quase instantaneamente. A Pulsefy impõe limites diários progressivos:
[Semana 1] ---> 10 a 20 e-mails/dia (apenas clientes hiper-engajados) [Semana 2] ---> 40 a 50 e-mails/dia (expandir para clientes recentes) [Semana 3] ---> 100 a 150 e-mails/dia (incluir leads em nutrição) [Semana 4] ---> 300 a 500 e-mails/dia (disparos gerais) [Semana 5+] ---> escalonamento livre (milhares de envios por dia)

Importante
